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Informações, comentários e pequenas notas sobre filmes e tudo o que cerca a sétima arte, por Hudson Dalbem, mero estudante universitário e amante inveterado do cinema TOP 10 - 2007 TOP 10 - 2006 TOP 10 - 2005 TOP 10 - 2004 SITES E BLOGS HISTÓRICO
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Sábado, Outubro 22, 2005
DARK WATER (2002) X DARK WATER (2005) Assistir as duas versões de Dark Water só faz sentido por dois motivos: tentar compreender por que diabos um filme tão ruim fez tanto sucesso no Japão e por que Hollywood insiste em jogar dinheiro fora, numa refilmagem que, estava na cara, fracassaria de qualquer forma. Em ambos os filmes, a trama de suspense ganha ares de drama psicológico que só piora o desenrolar das situações pra lá de constrangedoras. Neles, mãe e filha vão morar em um apartamento que literalmente chove dentro - uma água negra, daí o impressionante título - e começam a descobrir que algo de errado e sobrenatural aconteceu no local. É de cair o queixo: a versão americana de 2005 conta com as presenças de Jennifer Connelly, John C. Reilly, Peter Postlethweith e Tim Roth sob o comando de Walter Salles, além dos excelentes Affonso Beato (diretor de fotografia), Daniel Rezende (editor) e Angelo Badalamenti (trilha sonora). E agora que todos estão com dinheiro no bolso, podem voltar a trabalhar de verdade. | Terça-feira, Outubro 18, 2005
MARCAS DA VIOLÊNCIA (A History of Violence, 2005, de David Cronenberg) Análise enxutíssima sobre a violência humana - aquela que está enraizada em cada um de nós e que só aparece quando estamos submetidos a determinados momentos de pressão - este novo filme de David Cronenberg é menos do que se esperava e mais do que deveria ser, caísse nas mãos de um diretor qualquer. Seguindo um caminho diferente do trilhado em seus trabalhos anteriores, Cronenberg brilha em seqüências que dosam o belo e o cruel, algumas vezes na mesma hora, e arranca atuações memoráveis de William Hurt, Ed Harris (mais uma), Maria Bello e, quem diria, Viggo Mortensen. Ainda que siga o estilo "curto e grosso" (o filme tem apenas 90 minutos de duração e deixa aquela pergunta de "já acabou?" ao fim da sessão), Marcas da Violência consegue com extrema facilidade atingir seu objetivo e quanto mais se saiba sobre a história do herói protagonista, melhor será sua apreciação. | Quinta-feira, Outubro 13, 2005
(Swimming Pool, 2003, de François Ozon) Quero Ser François Ozon Se o cinema é mesmo uma arte essencialmente visual, o diretor francês sabe muito bem disso. E eu também estou falando de Ludivine Sagnier. | |
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